Mapeamento Riscos


Seguindo orientação da Controladoria Geral do Estado (CGE), a Arsae-MG implementou um programa de Auditoria Baseada em Riscos (ABR). Ele integra o projeto “Risco sob Controle”, que busca conceber, avaliar e difundir metodologias e tecnologias mediante a sistematização, padronização e aperfeiçoamento de procedimentos de controle, auditoria, correição, transparência e informação institucional. Os trabalhos tiveram início na Gerência de Fiscalização Operacional (GFO) em 2018 e mais recentemente na Ouvidoria, se estendendo para outras gerências.

O então gerente de Fiscalização Operacional da Arsae-MG, Henrique Barcelos, considera que a atividade realizada durante a ABR foi fundamental para a evolução das atividades da GFO, pois foi possível avaliar quantitativamente os resultados da equipe. “O resultado mais importante foi a elaboração de um plano de ação com 26 objetivos claros, prazos e responsabilidades. No início de 2020 todas as atividades definidas no plano de Ação já haviam sido implantadas, sendo que algumas geraram ações posteriores que levaram à melhoria de processos em toda a Coordenadoria, como por exemplo um maior impacto da Gerência de Informações Operacionais nas fiscalizações e a realização de reuniões entre as Gerências de Fiscalização Operacional e Planejamento e Controle para alinhamento das atividades.”, detalha.

Na Ouvidoria o processo auditado foi o de atendimento às manifestações dos usuários. Com base nos riscos identificados foi possível traçar um planejamento para o setor, que permitiu avançar em diversos aspectos relacionados ao atendimento, adequando o quadro de pessoal e suas atividades, inclusive com a contratação de serviços ligados à telefonia. “Norteados pelos nossos valores (inovação, transparência e excelência técnica) e pela busca de uma maior padronização e racionalidade no atendimento que garanta maior transparência na relação com os interessados, a Ouvidoria da Arsae-MG inova e disponibiliza uma solução tecnológica de vanguarda no tratamento de manifestações e gestão setorial”, afirma o servidor Evandro Brazil.

Atualmente, não só Ouvidoria e a GFO se mantém em constante evolução - graças às mudanças promovidas pela Auditoria Baseada em Riscos -, mas todas as gerências da Coordenadoria de Regulação e Fiscalização Operacional (CRO). “Identificou-se fragilidade dos controles existentes que atuam nos riscos classificados como extremos, altos e médios. Foi montado um plano de ação como ferramenta para tratamento dos riscos, mostrando a importância do monitoramento dos riscos dos processos para validação do resultado, assim como identificar novos riscos que porventura apareçam.” esclarece o auditor da Arsae, Euler Lôbo.

 

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